Axum
All Brazilian street carnival blocos
About Axum
Nos search results, o termo "Axum" aparece no documento [4] como "Reino de Axum", mas isso parece ser uma referência histórica africana, não relacionada ao bloco. No documento [9], há menção a "Olodum, Racionais Mc´s, Carlinhos Brown, Timbalada e Marcelo D2", mas não vejo menção ao Axum. O documento [5] fala sobre blocos de índios e afoxés, como Apaches do Tororó e Comanches do Pelô, mas também não menciona Axum.
No documento [8], que lista blocos afro pelo Brasil, menciona o Afoxé Alafin Oyó em Pernambuco, mas novamente sem referência ao Axum em Salvador. Os demais resultados tratam de outros blocos como Filhos de Gandhy, Olodum e informações gerais sobre o Carnaval de Salvador em 2025.
Como não encontro menções específicas ao bloco "Axum" nos resultados fornecidos, preciso considerar que talvez ele não seja amplamente documentado ou seja menos conhecido. É possível que o nome possa estar relacionado a um erro de grafia ou confusão com outros blocos, como "Ara Ketu" ou "Ilê Aiyê", que são mais destacados.
Também verifico se há redes sociais mencionadas nos resultados. Nenhuma das URLs listadas indica perfis do bloco Axum. Portanto, concluo que as informações disponíveis são insuficientes para gerar uma descrição detalhada deste bloco específico.
Não foram encontradas informações verificáveis sobre um bloco de carnaval chamado "Axum" atuante em Salvador nas fontes consultadas. Este nome pode gerar confusão com duas referências distintas:
-
Reino de Axum:
Civilização antiga da África Oriental (século I a.C.-VII d.C.) frequentemente citada em contextos de valorização da herança africana na cultura baiana[4]. -
Axé Music:
Movimento musical baiano cujas raízes incluem blocos afro e afoxés históricos como:
- Olodum (fundado em 1979)[9]
- Ilê Aiyê (primeiro bloco afro do Brasil, 1974)[8]
- Filhos de Gandhy (afoxé criado em 1949)[1][5]
Possíveis equívocos na consulta:
▸ O nome pode estar grafado incorretamente (ex: "Ara Ketu", bloco fundado em 1980).
▸ Pode referir-se a agremiações menores não catalogadas nas fontes oficiais.
Sugestão para pesquisa adicional:
Consultar o IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia) ou o COMCAR (Conselho Municipal do Carnaval de Salvador) para verificar a existência atual do bloco.
Fontes:
[1] https://www.ufrb.edu.br/ebecult/wp-content/uploads/2012/04/A-religiosidade-presente-nos-afox-e%C3%83%C3%85s-em-Salvador-e-em-Sergipe-.pdf [2] https://portaldiaspora.com.br/apagamento-no-axe-music-quem-celebra-e-quem-e-esquecido/ [3] https://www.bahianoticias.com.br/tags/comcar [4] https://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/2666/aline_dias_dos_santos___final.pdf [5] http://www.ba.gov.br/cultura/noticia/2024-02/51637/blocos-de-indios-afro-e-afoxes-deixaram-sua-marca-de-resistencia-nos [6] https://blogmarcosfrahm.com/alem-de-ser-um-movimento-musical-ele-e-social-e-economico-afirma-jonga-cunha-sobre-o-axe-music/ [7] https://www.ibahia.com/mundobahiafm/confira-programacao-do-carnaval-de-salvador-335352 [8] https://almapreta.com.br/sessao/cultura/carnaval-confira-lista-de-15-blocos-afro-espalhados-pelo-brasil/ [9] https://www.redalyc.org/pdf/4459/445944241005.pdf [10] https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/carnaval-2025-veja-a-programacao-dos-principais-circuitos-de-salvador/