Ministériodo Bloco

Imprensa Que Eu Gamo

Todos os blocos de rua do Brasil · est. 1995

Sobre Imprensa Que Eu Gamo

O Imprensa Que Eu Gamo foi fundado em 29 de novembro de 1995, no Rio de Janeiro. Fundado por jornalistas, o bloco carnavalesco visa permitir que profissionais da mídia participem do Carnaval e valorizam a profissão jornalística com sambas satíricos sobre questões políticas e sociais

Sobre Imprensa Que Eu Gamo

Imprensa Que Eu Gamo: Um Bloco Carnavalesco com Raízes Jornalísticas

História Completa do Bloco

O bloco Imprensa Que Eu Gamo foi fundado em 29 de novembro de 1995 por um grupo de jornalistas no Rio de Janeiro[1]. A ideia nasceu durante uma reunião de profissionais da imprensa em um bar do Mercadinho São José, em Laranjeiras, um local frequentado pela comunidade jornalística carioca. Entre os comentários de trabalho e os chopes, surgiu a intenção de criar um bloco carnavalesco que refletisse a profissão dos jornalistas[2][3].

Fundadores e Personagens Importantes

O bloco foi criado por jornalistas que participavam da Caminhada pela Paz, uma manifestação organizada pelo Movimento Reage Rio e Betinho, Herbert de Souza, irmão de Henfil[3]. Marceu Vieira foi o responsável pelo primeiro samba criado no mesmo dia que foi concebida a ideia do bloco, sendo cantado ali mesmo[1]. Esses fundadores buscavam criar um espaço lúdico onde pudessem mostrar, através do humor, o lado da profissão jornalística.

Identidade Musical

O estilo musical característico do Imprensa Que Eu Gamo é o samba enredo. O repertório tradicional inclui sambas criados especialmente para o bloco, muitas vezes com temas relacionados à imprensa e à cultura popular carioca[1][2]. Compositores como Marceu Vieira e outros jornalistas e cariocas são responsáveis pelas músicas marcantes que são cantadas durante as apresentações. O bloco também inclui elementos de humor e crítica social, refletindo a essência do jornalismo.

Tradições e Rituals

O bloco é conhecido por suas fantasias tradicionais, desenhadas por grandes cartunistas brasileiros como Chico Caruso, Aroeira, Ziraldo, Veríssimo, entre outros[1]. As cores oficiais do Imprensa Que Eu Gamo são vermelho e grafite, que são destacadas nas camisas e outras peças decorativas usadas pelos foliões. Uma característica única do bloco é a apresentação de sambas que satirizam a vida dos jornalistas e a sociedade carioca, refletindo a crítica social típica dos blocos de rua.

Território e Pertencimento

O bairro de origem do bloco é Laranjeiras, conhecido por ser um local frequentado pela comunidade jornalística do Rio de Janeiro. Os ensaios do bloco costumam ocorrer em locais emblemáticos da cidade, preparando-se para o desfile que ocorre durante o carnaval[2]. O trajeto tradicional do desfile inclui várias ruas do bairro, onde os foliões são recebidos com entusiasmo pela comunidade local.

Evolução e Marcos Históricos

Desde sua fundação, o Imprensa Que Eu Gamo tem sido um dos blocos mais destacados do carnaval carioca. Ele não apenas participou da grandeza do carnaval com suas apresentações, mas também contribuiu para a diversidade e a criatividade dos desfiles. Embora não haja registros específicos de premiações ou marcos históricos significativos, o bloco tem mantido sua presença e influência no carnaval anualmente[2].

Impacto Cultural

O Imprensa Que Eu Gamo tem uma influência significativa na cena cultural do Rio de Janeiro. Ele reflete a essência dos blocos de rua, que não apenas celebram a festa mas também são espaços de crítica social e humor. A interação com a comunidade local é intensa, pois os foliões são parte integrante daquela cultura. O bloco contribui para manter viva a tradição cultural do carnaval carioca, ao mesmo tempo em que oferece uma visão única sobre a vida dos jornalistas e a sociedade carioca.

Estrutura Atual

A estrutura atual do bloco é caracterizada pela participação de jornalistas e outros membros da comunidade que compartilham a paixão pela música e pela festa. O bloco não parece ter uma organização interna complexa, tendo em vista

Desfiles

  • Concentração: 13:00:00
    Em frente ao bar Baixo Gago, Rua Gago Coutinho, nº 51, Laranjeiras
    Rio de Janeiro